Espaços disruptivos - B-LAB | Learning Space

Espaços disruptivos

Espaços disruptivos

Por: Adriano Teixeira

Disrupção é um termo que tem ganhado destaque nos últimos tempos. Quando o utilizamos queremos remeter à ideia de rompimento, de ruptura com algo que, até então, era feito de uma forma ou funcionava a partir de outras premissas. 

Obviamente, ninguém interrompe o fluxo normal e costumeiro de algo se não acredita que é possível – se bem que no caso de disrupção podemos trocar o termo “possível” por “urgente”, afinal não se trata de um ajuste de curso, mas a opções por outro caminho ou modo de se fazer as coisas.

Nos processos relativos à formação humana os espaços disruptivos começam a ganhar atenção como oportunidades reais de mobilizar competências fundamentais ao cidadão do século XXI, dentre as quais destacamos o pensamento crítico, a resolução de problemas e, principalmente a criatividade.

São vários os formatos que estes espaços podem assumir. Os mais conhecidos são os Fab Labs e os Maker Spaces. Os Fab Labs são, como o próprio nome sugere, pequenos laboratórios de fabricação que disponibilizam infra-estrutura suficiente para construir qualquer coisa. 

Os Makerspaces podem ser vistos como uma evolução dos Fab Labs uma vez que, para além da infraestrutura para a fabricação de soluções para o problema sobre o qual se está trabalhando, conta-se com pessoas com mais experiência que auxiliam na utilização das ferramentas e no processo como um todo. Geralmente é composto por bancas com ferramentas de marcenaria e eletrônica, impressora 3D, Cortadora Laser e de Vinil.

Entretanto, quando pensamos em espaços que tenham capacidade de suportar atividades de aprendizagem criativa, os Learning Spaces tem se demonstrado como alternativas poderosas de mobilização de competências uma vez que, além da infraestrutura para criação de soluções analógicas o digitais, possui uma organização metodológica que busca desenvolver e potencializar aquelas habilidades e competências fundamentais para que possamos não somente estar juntos, mas trabalhar juntos de forma colaborativa, compartilhada e eficiente.

Desta forma, os Learning Spaces implementam processos metodológicos baseados em metodologias ativas e em abordagens interdisciplinares. Assim, é possível criar uma solução para um problema complexo utilizando o Design Thinking a partir de uma abordagem STHEM, por exemplo. Ficou curioso sobre o que é o Design Thinking e a abordagem STHEM? Clique aqui!

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